Adventurers League

Nossa chegada a Fortaleza Sokol.

Seção 8

Na sessão passada devolvemos Villonah a seu pai gnomo. No dia seguinte, os blackfists nos prenderam pelo caos causado na prisão ilegal deles. Para nos livramos do calabouço no castelo da cidade, ou naquela casa de tortura, prometemos para o Sargento Hurn que encontraríamos Grim Thornbuck e seus guardas que tomavam conta do farol, além de Igan Sokol, pois a casa Sokol é a responsável pela manutenção do farol e pela Fortaleza. Grim sumiu naquela região. Para saber mais sobre onde iríamos, falamos na taverna com duas mercenárias, a taverneira Imizael e o garçom Markoth e nos encaminhamos para falar com Liela Sokol, representante da família na cidade de Phlan.

Liela conta que Igan Sokol é um jovem da família que ficou a cargo do farol. Faz uma semana que não sabem onde ele está, mas ele parecia muito eufórico. Ela também conta algumas informações básicas. Igan é o comandante da ilha e todos prestam obediência a ele. A casa Sokol também contrata dois zeladores de confiança. Darvag e sua esposa Shandra. Também há um supervisor na fortaleza chamado Tom Sokol, responsável pela segurança e outro membro da família. Além dele a gente tem um efetivo de seis guardas Blackfists e um deles é o Sargento Grim também desaparecido junto de Igan.

Ela também conta que depois que o farol apagou, alguns funcionários saíram devido a alguns eventos estranhos, que voltam a acontecer agora, pois o avô dela dizia que a ilha estava cheia de espíritos, o que era motivo de chacota ao menos até agora. Liela pessoalmente não acredita nos rumores e diz que a família herdou o farol, mas nunca precisou fazer manutenção, tanto que a família sequer subiu lá direito e antigamente o farol era uma torre de um feiticeiro muito poderoso. A fortaleza também foi um templo de Tyr anteriormente, até ser saqueada por um dragão verde. Há boatos também de um grande tesouro na ilha, que aumentou com o domínio Sokol na ilha.

Em uma ação conjugada do grupo, Milos ganha um tempo extra para ficar na sala de Liela, porque estamos cansados de serem feitos de otários nessa cidade. Ele achou algum dinheiro, mas nada muito valioso para os nossos desafios futuros além de uma anotação que chama a atenção dele. Algumas anotações e um pergaminho que falava sobre um reunião entre os Sokol para proibir a entrada de caçadores de tesouro na ilha. Uma orientação expressa para não autorizar a entrada de ninguém com esse intuito na ilha.

No caminho para a barca, uma série de pessoas do porto encrencam conosco de novo, entregamos os dois documentos de autorização para entrada na ilha, tanto de Liela quanto do Sargento Hurn, a Karst e o barqueiro durante a viagem nos fala que a nossa reputação é péssima na cidade por saquear túmulos, envenenar civis e profanar templos. Assim que chegamos na ilha Thorn, que é anteparo e uma sinalização para a baía de Phlan. Nas barracas que ficamos previamente a grande maioria estava fechada, salvo uma única barraca de mantimentos básicos. José, o comerciante, nos vende peixes frescos para o almoço nessa atmosfera de abandono que é o cais, comemos conversando. Ele também nos leva a entrada da fortaleza, uma construção imponente de muros grandes e um portão de carvalho enorme.

Darvag nos recebe na entrada. É o zelador responsável pela manutenção. Shandra também chega e Darvag explica que ela é responsável pela limpeza e pelas refeições. O filho do casal também chega, um moleque de nome Rorin. A fortaleza parece bastante abandonada, e uma série de insetos dão um ar de decadência para a fortaleza, que é cuidada na medida do possível. Ele fala que depois que o farol apagou, há alguns barulhos estranhos e objetos que caem do chão, alguns fenômenos possivelmente sobrenaturais. Também conta que não entendeu como o farol funciona e por isso não conseguiu consertá-lo. Rorin fala que sente saudades do Igan e seus pais olham com reprovação. Darvag fala também que recentemente é como se o farol tivesse um círculo de proteção e que a baliza do farol provavelmente é mágica. Por fim ele sugere que o aposentos do Igan sejam um bom lugar para procurar sobre como ativar esse farol mágico.

Ficamos sabendo que piores membros dos blackfists são mandados para cá como forma de punição e Rorin comenta que Igan era um jovem bonito e culto que parecia obcecado por um tesouro que estaria escondido em algum lugar do castelo, ele também considerava o Grim uma outra pessoa bastante agradável. Rorin também dá a entender que Igan não estava com Grim no último dia. Assim que estamos de frente para o farol, percebemos a imensidão da mansão. A ala norte é uma área comum dos blackfists e dos zeladores e a ala sul tem os aposentos de Igan. A mansão em si foi bastante modificado pelos sokol, há janelas grandes de vidro com móveis cobertos por lençóis e teias de aranha, mas há algumas partes mais bem conservadas, iluminadas por velas e lamparinas, ausente nas regiões escuras.

Começamos a vasculhar a parte, em especial o dormitório da área comum, há inúmeras camas toda iguais salvo duas, Shandra mostra o depósito em seguida, cheio de quinquilharias velhas e mantimentos de comida. Darvag mostra uma antiga sala de reuniões, e uma mesa que provavelmente é a mesa dele com uma série de papéis remexidos. Shandra volta a nos chamar para mostrar a sala de ferramentas e a primeira entrada para o farol e partimos para a parte sul. A mobília parece mais cara. Há seis aposentos em bom estado de conservação. As paredes são bem decoradas com tapeçarias de cenas heróicas. O quarto de Igan é desarrumado, mas a cama está arrumada com uma pilha de roupas lavadas no pé da cama. Há uma biblioteca, um escritório, uma sala de reuniões e um oratório de Tyr e há um livro intitulado Cultos do Mar da Lua por Talos e Tyr, escrito no antigo idioma comum Thorass. Drazz encontra um livro sobre cultos antigos e quase todos os livros são ligados a forças celestiais ou abissais além de um livro sobre maldições. 

No quarto de Igan vemos cenas de sacrifício e heroísmo, Lyle e Milos procuram no quarto alguma dica de como ativar o farol e se impressionam pelas tapeçarias onde vemos uma cavaleira que enfrenta um dragão vermelho em uma aldeia em chamas e um padre afugentando mortos vivos dentro de sua igreja. Depois que Grigor usou Detectar Magia no cômodo do oratório, todos se encontraram no quarto do Igan novamente, Drazz passa os livros para Lyle, que não parecem ter nada além de superstições e irrelevâncias. Há também uma cesso para um torre superior por uma escada e a torre faz parte da velha fortaleza. A estrutura do local muda para uma pegada bem mais antiga. Na torre há um ambiente velho e empoeirado e uma poltrona cai. A mobília parece ter sido arrastada de alguma forma e algumas tábuas estão soltas. Assim que tiramos as tábuas soltas, encontramos um calabouço. Milos desce furtivamente, mas derruba alguns livros de uma estante. Assim que descemos, encontramos outro santuário de Tyr.

A estátua central parece comum, mas também há duas estantes e em uma das estantes, descoberto por Drazz, existe um diário do Igan, há anotações e dados desorganizados. Depois de duas horas, entendemos que Igan começou uma busca ao tesouro por um mero capricho, sem ser algo sério, ao menos até conhecer o Sargento Grim. Ela só ficou séria depois que um livro sobre Tyr caiu em seu colo. No fim do diário, a busca parece ter virado uma obsessão e há diversos passos em comum com o primeiro livro, e na página 78 há uma página que reverencia um culto antigo que louvava ao Just one, The Great One. No resto da passagem há orações e símbolos secretos.

XP

Arannis Galanodel = 0

Drazz Falsin = 120

Grigor = 120

Lyle = 120

Milos = 120

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mmbajay mmbajay

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